segunda-feira, 22 de maio de 2017

CD AVES 3-0 FAFE; SEGUNDA LIGA 42ª JORNADA

O Fafe desceu este domingo ao Campeonato de Portugal Prio devido à derrota fora com o Desportivo das Aves, por 3-0, na 42.ª e derradeira jornada da 2.ª Liga.

O conjunto avense tinha ainda hipótese de ser campeão nacional e fez a sua parte vencendo este jogo, mas o Portimonense, que foi aos Açores vencer o Santa Clara (1-2), segurou assim o primeiro lugar e por isso ficou com o título da 2.ª Liga.



O pior foi para a equipa fafense, que chegou a este jogo com a possibilidade de lutar ainda pela manutenção através de um playoff final e rapidamente começou a hipotecar as suas esperanças.

O primeiro golpe nas esperanças da equipa visitante surgiu com um golo na própria baliza do central ucraniano Lytvyn, que introduziu a bola na sua própria baliza quando tentou cortar um cruzamento tenso de Balogun que seguia para Barry.

O Fafe não se rendeu, Alan Júnior forçou Marco Pinto a uma boa defesa e, sobretudo, viu-se a jogar em superioridade numérica quando havia uma hora pela frente, devido à expulsão do médio defensivo Ericson.

Ericson, para o árbitro, terá agredido Reinildo numa disputa direta entre ambos e viu o cartão vermelho.

Com menos um, o Aves podia ter feito o segundo golo aos 37 minutos, num a boa jogada entre Guedes e Caetano e conseguiu manter o domínio da partida antes um opositor confuso e com pouca confiança.

A segunda parte abriu com mais um grande defesa de Marco Pinto (46), após remate forte de Geraldo, o que parecia indiciar que o Fafe iria tomar conta do jogo.

Marco Pinto brilhou novamente aos 62 minutos para deter um cabeceamento de Reinildo, mas acabou por ser o Aves a fazer a festa com novo golo, aos 82, por João Amorim, no seguimento de uma saída rápida para o ataque.

Esse golo destroçou o treinador do Fafe, Manuel Monteiro, e os seus jogadores, ao passo que o Aves mostrou uma crescente confiança e segurança e lidou bem com a inferioridade numérica.

O 3-0 final foi obra de Leandro Souza e surgiu quando o Fafe já era uma equipa desorganizada e sem norte, que assim, um ano depois, sensivelmente, regressa ao terceiro escalão do futebol português.

Jogo Estádio do CD Aves, em Vila da Aves.
Desportivo das Aves - Fafe, 3-0.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores:
1-0, Lytvyn, 16 minutos (própria baliza).
2-0, João Amorim, 83 
3-0, Leandro Souza, 89

Equipas:
Desportivo das Aves: Marco Pinto, João Amorim, Tiago Valente, Xandão, Balogun, Ericson, Guedes (Leandro Souza, 72), Bruno Alves, Tarcísio, Caetano (Luís Alberto, 63) e Barry (Theo Mendy, 59).
(Suplentes: Rafa, Ribeiro, Luís Alberto, Leandro, Romaric, Renato Reis e Theo Mendy).
Treinador: José Mota.
Fafe: Marçal, Marco André (Sarkic, 58), Carvalho (Pedro Pereira, 80), Lytvyn, João Pedro (Borges, 71), André, Digas, Geraldo, Samu, Reinildo e Alan Júnior.
(Suplentes: Ricardo Fernandes, Sarkic, Landinho, Pedro Pereira, Syzyi, Borges e Azemovic).
Treinador: Manuel Monteiro.

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Sarkic (67). Cartão vermelho para Ericson (32).
Assistência: cerca de 3.000 espetadores.

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terça-feira, 16 de maio de 2017

COVA DA PIEDADE 1-3 CD AVES; SEGUNDA LIGA 41ª JORNADA

O avançado Guedes foi este sábado decisivo na vitória do Desportivo das Aves na Cova da Piedade, por 3-1, em jogo da 41.ª jornada da 2ª Liga.

A veia goleadora de Guedes, que entrou logo após o intervalo, acabou por fazer a diferença e marcar o desfecho da contenda. O avançado esteve nos três golos da sua equipa.



Aos 56 minutos, cabeceou à barra para a recarga vitoriosa de Barry; aos 90 aproveitou uma fífia de Filipe Godinho para fazer o 2-1 e, já em período de descontos de tempo, fez o 3-1, na conclusão uma rápida jogada de contra-ataque.

O Cova da Piedade ficou a marcar passo na fuga ao playoff da descida, enquanto o Desportivo das Aves assumiu o comando provisoriamente, com mais um ponto que o rival Portimonense (78 contra 77).

O conjunto minhoto assumiu o controlo de jogo e teve mais bola na primeira meia hora, mas depois de um primeiro remate do defendido por Marco Pinto (21 minutos), o brasileiro Dieguinho marcou a favor do Covada Piedade, ao 28 minutos, de grande penalidade.

A jogar em contra-ataque, o Cova da Piedade acabou por ser mais pragmático e eficaz durante a primeira parte, deixando à equipa nortenha as despesas do jogo, sem nunca perder o controlo da partida.

Em desvantagem, a formação da Vila das Aves reforçou o ataque com as entradas de Guedes e Mendy para os lugares de Caetano e Rúben Ribeiro. E o golo do empate não se fez esperar. Aos 56 minutos, na recarga a uma cabeçada de Guedes à barra, Barry apareceu a empurrar a bola para o fundo da baliza piedense.

Aos 74 minutos, João Barbosa, técnico piedense, reforçou o ataque com as entradas de Silas e Irobiso, saindo Robson e Chico Gomes. E no minuto seguinte Siaka Bamba chegou ligeiramente atrasado a um perigoso cruzamento de Filipe Godinho.

Aos 84 minutos, houve um lampejo de classe do veterano Silas, que tirou um adversário da frente e rematou forte e ligeiramente por cima da barra. Logo se seguida, foi avançado Rui Varela a fazer embater a bola com estrondo na barra da equipa da Vila das Aves.

Mas acabou por ser Guedes a matar o jogo, com dois golos sucessivos, aos 90 minutos e, já em período de compensações (90+3), reforçando a condição de melhor marcador do Desportivo das Aves, agora com 13 golos.

Foi um castigo demasiado duro e algo injusto para o conjunto de Almada, que na segunda parte esteve mais perto de vencer o embate que e acabou por ceder nos últimos minutos.

Jogo realizado no Estádio José Martins Vieira, na Cova da Piedade, Almada.
Cova da Piedade -- Desportivo das Aves, 1-3.
Ao intervalo: 1-0. 
Marcadores: 
1-0, Dieguinho, 28 minutos (grande penalidade).
1-1, Luís Barry, 56.
1-2, Guedes, 90.
1-3, Guedes, 90+3.

Equipas:
Cova da Piedade: Pedro Alves, Chico Gomes (Silas, 74), Bruno Sapo, Roberto Cunha, Evaldo, Soares, Siaka Bamba, Robson (Irobiso, 74), Dieguinho, Ballack (Filipe Godinho, 61) e Rui Varela.
(Suplentes: Guilherme, Yi Chen, Danielson, Silas, André Carvalhas, Filipe Godinho e Irobiso).
Treinador: João Barbosa.
D. Aves: Marco Pinto, João Amorim, Xandão, Tiago Valente, Rúben Ribeiro (Théo Mendy, 51), Ericson, Bruno Alves (Renato Reis, 82), Tarcísio, Caetano (Guedes, 46), Balogun e Luís Barry.
(Suplentes: Rafa Alves, Luís Alberto, Guedes, Leandro Souza, Bosson Romaric, Renato Reis e Théo Mendy).
Treinador: José Mota.

Árbitro: João Pinheiro (AF Braga).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Rúben Ribeiro (27 minutos), Luís Barry (42), Rui Varela (44) e Xandão (44).
Assistência: cerca de 1.300 espetadores.

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

CD AVES 2-1 PENAFIEL; SEGUNDA LIGA 40ª JORNADA

O Desportivo das Aves mantém-se na luta pela conquista da 2.ª Liga com a vitória obtida este domingo, em casa, frente ao Penafiel, por 2-1, numa partida da 40.ª jornada.

Depois de ter garantido e festejado a subida à Liga NOS na jornada anterior, o Aves ambiciona agora ser campeão nacional e o primeiro passo foi o triunfo alcançado este domingo, que permitiu à equipa continuar a dois pontos do líder, Portimonense, que venceu fora o Freamunde (1-2) e soma agora 77 pontos, contra 75 dos avenses.

Fotos de Vasco Oliveira para o Jornal Entre Margens
O Penafiel homenageou o Aves pela subida de divisão fazendo-lhe uma guarda de honra à entrada para o relvado e o estádio 'vestiu-se' de vermelho e branco, as cores do conjunto local, numa tarde que foi de festa.

Ao intervalo, os juniores do Desportivo também foram homenageados porque, na véspera, subiram também à primeira divisão nacional, após vencerem o Marítimo na Madeira (2-1), onde há uma semana, recorde-se, os mais velhos carimbaram a sua promoção batendo o União, igualmente por 2-1.

Balogun foi a figura do jogo porque saíram do seu pé esquerdo as assistências para os golos do Aves, o primeiro pelo avançado Guedes, aos 42 minutos, e o segundo, por Caetano, aos 72.

O Penafiel deu um ar da sua graça na ponta final e reduziu para 2-1, aos 80, através de Fábio Fortes, um homem que mal tinha tocado na bola, pois tinha vindo do banco há quatro minutos.

O Aves deu o primeiro sinal de perigo através de um movimento ofensivo aos 25 minutos, que terminou com um canto cedido por Diouf.

Logo após esse lance, Xandão atirou ao poste, com Coelho batido, e aos 32 minutos o Aves dispôs de uma grande ocasião de golo com três remates consecutivos que o guarda-redes Coelho e os seus pares conseguiram rechaçar.

Pressionante a meio-campo e cada vez mais ameaçador nas suas ações ofensivas através do flancos, o Aves chegou ao 1-0, após um cruzamento de Balogun a que Guedes, de cabeça, deu a melhor sequência.

O Aves cimentou a sua vantagem já na segunda parte, num lance em que prevaleceu o futebol simples, direto e pragmático.

Ericson fez uma grande assistência para Balogun, este fugiu o seu marcador, cruzou e Caetano, de primeira, rematou fazendo o 2-0.

O Penafiel deu um ar da sua graça só a partir desse golo, arriscando um pouco mais a nível ofensivo, e ainda foi a tempo de reduzir para 2-1, por Fábio Fortes, mas ficou-se por aí o Aves, com justiça, ficou com os três pontos.

Estádio do CD Aves, na Vila das Aves.
Desportivo das Aves - Penafiel, 2-1.
Ao intervalo: 1-0.
Marcadores:
1-0, Guedes, 42 minutos.
2-0, Caetano, 72.
2-1, Fábio Fortes, 80.

Equipas:
Desportivo das Aves: Marco Pinto, João Amorim, Tiago Valente, Xandão, Ribeiro, Ericson, Caetano (Zé Valente, 81), Bruno Alves, Tarcísio, Balogun (Theo Mendy, 74) e Guedes (Barry, 69).
(Suplentes: Quim, Luís Alberto, Zé Valente, Romaric, Renato Reis, Barry e Theo Mendy).
Treinador: José Mota.
Penafiel: Coelho, Kalindi, Pedro Ribeiro, Diouf, Pedro Araújo, Romeu Ribeiro, Fernando Andrade (Wellington, 45), André Fontes, Rafa Sousa (Fábio Fortes, 76), Danilo (Gonçalo, 67) e Fidelis.
(Suplentes: Ivo Paulo, Paulo Bessa, Zid, Hélio, Wellington, Gonçalo e Fábio Fortes).
Treinador: Paulo Alves.

Árbitro: Vítor Ferreira (AF Braga).
Ação disciplinar: cartão amarelo para João Amorim (53), Romeu Ribeiro (83) e André Fontes (87).
Assistência: cerca de 3.000 espetadores.

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

AVES: A QUARTA DE MOTA PARA EVITAR SOBE E DESCE

O Desportivo das Aves está de volta ao convívio dos grandes. A equipa do concelho de Santo Tirso alcançou o feito quando ainda faltam três jornadas para terminar o campeonato. Apesar da troca de treinador a meio da época - Ivo Vieira não resistiu a uma série de três derrotas e um empate -, a equipa, agora orientada por José Mota, teve um percurso regular, apesar de ter sentido a aproximação de Académica primeiro, e Varzim depois.

José Mota
O clube de Santo Tirso tem ainda a luta pelo título - faltam três jogos e o Portimonense tem mais dois pontos -, mas o convívio entre os grandes está assegurado. O zerozero procura fazer um raio x à época dos avenses, que, sublinhe-se, pode terminar ainda em beleza com o título, situação quase utópica há algumas jornadas atrás, quando o Portimonense gozava de um avanço significativo. 

Referência na baliza e uma dupla matadora

O plantel do Aves é composto por jogadores experientes. Porém, nenhum deles tem tantos anos de futebol como Quim, antigo guarda-redes do Benfica. Depois de uma passagem por Braga, escolheu a vila das Aves para prosseguir a sua carreira. O guardião prepara-se para atingir pela quarta época consecutiva a marca dos 40 jogos, regressando ao primeiro escalão com 41 anos. 

Quim
Alexandre Guedes foi o principal avançado da equipa ao longo da temporada. O ponta-de-lança, formado no Sporting, foi o melhor marcador da equipa na segunda liga - em igualdade com Barry - nem sempre teve a regularidade suficiente, estando longas séries sem picar o ponto - fez apenas um golo nas primeiras 18 jornadas. 

Guedes
Barry, que atuou boa parte dos jogos como suplente utilizado, foi também muito importante, concretizando dez golos que acabaram por valer 12 preciosos pontos à equipa de Santo Tirso, particularmente nas alturas menos felizes da equipa agora comandada por José Mota.

Barry
Professor Neca continua a ser referência

Apesar de alguns treinadores com cartel no futebol português terem passado pela vila das Aves - Paulo Fonseca é o caso mais evidente -, é o professor Neca quem nutre maior prestígio entre as gentes do concelho de Santo Tirso. 

Basta ver que das três vezes que o Aves esteve presente na primeira Liga, foi Neca quem comandou a equipa. Primeiro em 1985/86, ano em que a equipa terminou a prova no décimo quarto lugar. A posição «apurou» a equipa para uma Liguilha, mini-competição que o Varzim (Segunda Liga) acabou por vencer. O guarda-redes Silvino era o nome mais carismático nesse grupo.

Em 2000/2001, os avenses terminaram no penúltimo lugar da classificação, sendo a única das três temporadas em que o histórico treinador saiu a meio da temporada. Para o seu lugar, entrou Carlos Carvalhal, a realizar a sua temporada de estreia na primeira divisão nacional. Nomes como Rui Lima, Douala ou Jorge Duarte despontavam nessa equipa. 

Última participação com esperança até...ao jogo do título

Em 2006/2007, a última participação. Aí, a equipa de Santo Tirso entrou para a última jornada fora da zona de despromoção, sendo que o último jogo era na casa do FC Porto, que precisava da vitória para se sagrar campeão. Ao intervalo o jogo estava empatado, resultado que não interessava aos avenses. Os portistas acabaram por vencer 4x1, e o Aves ficou em último lugar - o Beira-Mar empatou e acompanhou os avenses na descida; o Vitória de Setúbal venceu. Um professor especial, apesar das duas descidas.

José Mota substituiu Ivo Vieira, numa decisão pouco consensual entre os adeptos e observadores do fenómeno futebolístico. Mota engatou a quarta. A continuidade no clube não está assegurada, mas quem quer que seja o treinador, quererá entrar para a história como o primeiro a manter os avenses na liga portuguesa.

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PRESIDENTE DO DESP. AVES QUER LUTAR PELA EUROPA NUM FUTURO PRÓXIMO

O Desportivo das Aves garantiu este fim de semana a subida à Liga NOS. O clube de Vila das Aves conseguiu juntar-se ao Portimonense na promoção, quando ainda faltam três jornadas para o fim da Segunda Liga. O presidente da SAD do clube do concelho de Santo Tirso, Luiz Andrade, assumiu que o objetivo é colocar a equipa na luta pelas competições europeias.



«Quando assumimos os destinos do clube, traçámos um plano com quatro fases. No primeiro ano, a prioridade passava por garantir a estabilidade do do clube, pagar as contas e evitar a descida. Depois, abordámos a candidatura à subida em dois anos: trabalhámos muito para isso e conseguimos o feito logo no primeiro ano. O terceiro passo visa criar uma equipa forte na Liga e apontando à permanência. Ao mesmo tempo queremos colocar a nossa equipa B no CPP e os juniores na 1ª Divisão. Por fim, esperamos entrar na discussão pela Liga Europa», disse Luiz Andrade em entrevista ao jornal A Bola. 

Já sobre a questão do treinador para a próxima temporada, o dirigente não abre muito o jogo. Luiz Andrade garante que apenas vai decidir a continuidade de José Mota no final da temporada.

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VIDEOS DOS FESTEJOS DOS ADEPTOS AVENSES


Na Fanzone em Vila das Aves


No aeroporto Sá Carneiro


Concerto Quim Barreiros e receção aos Heróis em Vila das Aves

AS IMAGENS DA RECEÇÃO EUFÓRICA AO DESPORTIVO DAS AVES NO AEROPORTO

Mais de mil adeptos receberam, este domingo à noite, a comitiva do Desportivo das Aves ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, para festejarem a subida de divisão do clube à Liga.

Por volta das 22.30 horas, quando jogadores, treinadores e dirigentes irromperam pela porta das chegadas, vindos da Madeira, onde a equipa jogou de manhã, instalou-se um clima de euforia, com os adeptos a correrem em direção à comitiva num primeiro banho de multidão da noite.

O guarda-redes Quim, o presidente da SAD do Desportivo das Aves, Luíz Andrade, e o técnico José Mota foram alguns dos elementos mais saudados pelos adeptos.












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CD AVES ASSEGURA REGRESSO À 1ª LIGA; UNIÃO DA MADEIRA 2-2 CD AVES

Bastou o empate na Madeira (2-2) para garantir o regresso do Aves à 1.ª Liga 10 anos depois, naquela que é a quarta subida garantida por José Mota, a 2.ª consecutiva, depois de na época passada ter levado o Feirense ao escalão principal.








Os insulares chegaram ao intervalo a vencer por 2-0, com um bis de Cédric aos 8' e aos 19', mas o Aves igualou durante o segundo tempo por Barry (74') e Guedes (79').

A festa da subida começou por fazer-se nas bancadas do Centro Desportivo da Madeira, no Funchal, mas as celebrações 'à séria' prosseguem apenas à noite. A comitiva só irá deixar a Madeira ao fim do dia, com chegada prevista ao Porto para as 22 horas. São aguardadas dezenas de adeptos no aeroporto graças a autocarros disponibilizados pela Câmara Municipal de Santo Tirso.

Com 39 jogos, e três por disputar, o Desportivo das Aves soma 72 pontos, menos dois que o Portimonense e mais 13 que o Penafiel, que recebe, às 16 horas, o Santa Clara e ainda mantinha ténues aspirações de subida caso a equipa de Vila das Aves não pontuasse na Madeira.

Jogo no estádio do Centro Desportivo da Madeira, na Ribeira Brava.
União da Madeira - Desportivo da Aves, 2-2
Ao intervalo: 2-0
Marcadores:
1-0, Cedric, 08 minutos.
2-0, Cedric, 20.
2-1, Barry, 74.
2-2, Guedes, 79.

Equipas:
União da Madeira: Nilson, Tiago Moreira, Allef Nunes, Kusunga, Rúben Lima, Sérgio Marakis (Rodrigo Henrique, 82), Mica, Nuno Viveiros (Flávio Silva, 72), Luís Carlos, Cedric e Luan (Gian, 77).
(Suplentes: Tony, Flávio Silva, Breitner, Luís Tinoco, Rodrigo Henrique, Gian e Jaime Simões).
Treinador: Jorge Casquilha.
Desportivo das Aves: Marco Pinto, João Amorim, Xandão, Tiago Valente, Ribeiro (Barry, 28), Ericson, Bruno Alves (Theodore Mendy, 56), Tarcísio, Balogun, Caetano (Luís Alberto, 89) e Guedes.
(Suplentes: Quim, Luís Alberto, Zé Valente, Bosson Romaric, Renato Reis, Barry e Theodore Mendy).

Treinador: José Mota.
Árbitro: Iancu Vasilica (AF Vila Real).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Tiago Valente (35), Cedric (39), Rúben Lima (45), Luís Alberto (80), Kusunga (83), Caetano (87) e Rodrigo Henrique (90+3).
Assistência: Cerca de 2.400 espectadores.

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